Economia

Ferroviários em greve paralisam linhas 11, 12 e 13 da CPTM em SP

ResumoA greve dos ferroviários da CPTM paralisou as linhas 11-Coral, 12-Safira e 13-Jade a partir da 0h de terça-feira, 4. A paralisação foi decidida em assembleia do sindicato, que exige a reestatização das linhas e a garantia de empregos. A CPTM opera os três ramais, que seguem sem circulação de trens até nova deliberação da categoria.

Ferroviários das linhas 11-Coral, 12-Safira e 13-Jade, operadas pela CPTM, entraram em greve à 0h desta terça-feira, 4. A decisão foi tomada após assembleia do sindicato da categoria, que reivindica a reestatização das linhas e a garantia de empregos.

Fábio Quaresma
Fábio Quaresma Especialista em finanças pessoais · 04 de agosto de 2026
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Quem depende das linhas 11-Coral, 12-Safira e 13-Jade para chegar ao trabalho ou voltar para casa enfrenta, desde a 0h desta terça-feira, 4, a paralisação dos ferroviários. A greve foi confirmada após assembleia realizada na noite desta segunda-feira, 3, organizada pelo Sindicato dos Trabalhadores em Empresas Ferroviárias da Zona Central do Brasil. A decisão interrompe a operação de três ramais que, hoje, estão sob gestão da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM).

Os trabalhadores reivindicam a reestatização das três linhas, que foram concedidas à iniciativa privada. Eles também pedem a garantia de que não serão demitidos após os ramais passarem a ser administrados pela concessionária Trivia Trens.

A categoria também tem defendido o Projeto de Lei 730/2025, do deputado federal Guilherme Cortez (PSOL). A proposta autoriza a absorção dos trabalhadores da CPTM das linhas 11-Coral, 12-Safira e 13-Jade por órgãos ou entidades da Administração Pública direta ou indireta do Estado.

O que motivou a paralisação

A greve ocorre em um contexto de transição operacional. Desde o último dia 24, as três linhas estão sendo operadas pela CPTM por determinação do governo de São Paulo e da Agência de Transporte do Estado de São Paulo (Artesp). A decisão foi tomada após falhas nas operações na mesma semana em que a Trivia Trens assumiu o serviço.

Em uma das ocorrências, no dia 23 de julho, um foco de incêndio foi registrado em uma composição nas proximidades da Estação Bresser-Mooca. O incidente gerou transtornos entre os passageiros e no transporte público da capital.

Negociação sem acordo

Mais cedo, representantes da categoria foram chamados para uma reunião com membros do Governo de São Paulo, na Casa Civil. As conversas não foram suficientes para demover os trabalhadores de paralisar as atividades. O impasse mantém a operação suspensa até que haja avanço nas negociações.

Impacto para o passageiro

A paralisação afeta diretamente quem usa os ramais para deslocamentos diários. A recomendação é buscar rotas alternativas e acompanhar os comunicados oficiais da CPTM e do governo do estado. A duração da greve não foi informada na fonte original.

Para quem precisa se planejar, o cenário é de incerteza. A categoria sinaliza manter a paralisação até que suas reivindicações sejam atendidas. O governo estadual, por sua vez, não anunciou, até o momento, medidas concretas para retomar a operação.

Perguntas Frequentes

Quando começou a greve dos ferroviários?

A greve começou à 0h desta terça-feira, 4, após assembleia realizada na noite de segunda-feira, 3.

Quais linhas estão paralisadas?

As linhas 11-Coral, 12-Safira e 13-Jade, operadas pela CPTM, estão paralisadas.

Qual é a principal reivindicação dos ferroviários?

Os trabalhadores reivindicam a reestatização das três linhas e a garantia de que não serão demitidos após a concessão à Trivia Trens.

O que é o Projeto de Lei 730/2025?

É um projeto de lei, do deputado federal Guilherme Cortez (PSOL), que autoriza a absorção dos trabalhadores da CPTM das linhas 11, 12 e 13 por órgãos ou entidades da Administração Pública estadual.

Por que a CPTM voltou a operar as linhas?

A CPTM voltou a operar as linhas desde o dia 24, por determinação do governo de São Paulo e da Artesp, após falhas nas operações da Trivia Trens.

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