Lucro da Pague Menos (PGMN3) cresce 22,2% no 2º tri, a R$ 73,6 mi
A Pague Menos (PGMN3) teve lucro líquido ajustado de R$ 73,6 milhões no segundo trimestre, alta de 22,2% ante um ano antes. Ebitda ajustado somou R$ 281,7 milhões, com margem de 6,5%. Rede chegou a 1.695 lojas.
Lucro da Pague Menos (PGMN3) cresce 22,2% no 2º tri, a R$ 73,6 milhões
A Pague Menos (PGMN3) reportou lucro líquido ajustado de R$ 73,6 milhões no segundo trimestre de 2026, um avanço de 22,2% na comparação com o mesmo período de 2025. Os dados foram divulgados nesta segunda-feira, 3 de agosto. O resultado vem acompanhado de expansão de margem e redução de alavancagem, mas também de desaceleração no ritmo de vendas mesmas lojas.
Resposta direta: quanto a Pague Menos lucrou no 2º trimestre de 2026?
A Pague Menos (PGMN3) teve lucro líquido ajustado de R$ 73,6 milhões no segundo trimestre de 2026, alta de 22,2% ante o mesmo período de 2025. O Ebitda ajustado somou R$ 281,7 milhões, com margem de 6,5%. A rede encerrou o trimestre com 1.695 lojas no país.
Ebitda ajustado sobe 15,4% e margem avança para 6,5%
O Ebitda ajustado da companhia atingiu R$ 281,7 milhões no período, com crescimento de 15,4% na base anual. A margem subiu de 6,1% para 6,5%, o que indica ganho de eficiência operacional mesmo com a desaceleração das vendas.
A empresa afirmou que projeta "gradual aceleração no ritmo de aberturas ao longo do ano, à medida em que a progressiva desalavancagem financeira abre espaço para novos investimentos".
Venda média por loja cresce 6,9%, mas mesmas lojas desacelera
A venda média mensal por loja foi de R$ 856 mil, uma expansão de 6,9% na comparação com um ano antes. Já o crescimento mesmas lojas, que considera pontos abertos há pelo menos 12 meses, caiu de 18,1% no segundo trimestre de 2025 para 8% no segundo trimestre de 2026.
A desaceleração, segundo a empresa, foi concentrada em medicamentos análogos de GLP-1, que "passaram a contar com base de comparação significativamente mais forte a partir de maio/25, com o lançamento da Tirzepatida no mercado brasileiro".
Rede chega a 1.695 lojas e alavancagem cai para 1,8 vez
A Pague Menos encerrou o segundo trimestre com 1.695 lojas no país, ante 1.657 um ano antes. A alavancagem financeira ficou em 1,8 vez, abaixo do múltiplo de 2,6 registrado no segundo trimestre de 2025.
A redução da dívida em relação ao Ebitda abre espaço para novos investimentos e sustenta a projeção de aceleração nas aberturas ao longo do ano.
O que esperar dos próximos balanços do varejo farmacêutico
O resultado da Pague Menos chega em meio à temporada de balanços do segundo trimestre. A combinação de margem em alta e alavancagem em queda tende a ser o foco dos analistas na leitura do setor.
Para o investidor, o ponto de atenção segue sendo o ritmo de vendas mesmas lojas, que ainda desacelera, e o impacto da base comparativa mais forte em medicamentos de GLP-1.
Perguntas Frequentes
Qual foi o lucro da Pague Menos no 2º trimestre de 2026?
O lucro líquido ajustado foi de R$ 73,6 milhões, alta de 22,2% ante o mesmo período de 2025.
Qual foi o Ebitda ajustado da Pague Menos no período?
O Ebitda ajustado somou R$ 281,7 milhões, com margem de 6,5%.
Quantas lojas a Pague Menos tinha ao final de junho?
A rede encerrou o trimestre com 1.695 lojas no país, ante 1.657 um ano antes.
Por que as vendas mesmas lojas desaceleraram?
A empresa atribuiu a desaceleração a medicamentos análogos de GLP-1, com base de comparação mais forte a partir de maio de 2025, após o lançamento da Tirzepatida no Brasil.
Qual é a alavancagem financeira da Pague Menos?
A alavancagem ficou em 1,8 vez, abaixo do múltiplo de 2,6 do segundo trimestre de 2025.